Por exemplo: Marvel, DC, Liga da Justiça, ...

PS Plus!

Já chegooooou o Nataaaaaal... Ah não, ainda é Novembro, óia!

Mês de Novembro. É isso ae, faltando pouco para a virada de ano em mais 365 dias de PS Plus. Mas ainda temos tempo para postar mais jogos gratuitos de 2018. E dessa vez um pouco melhor do que foi em Outubro em que tivemos títulos não tão agradáveis aos gamers. Mas é isso, “simbôra” meu povo para mais um mês em que trago “procêis”  um pouco do que o Mundo Azul tem a oferecer.

Bulletstorm: Full Clip Edition é um game desenvolvido pela People Can Fly e Epic Games e publicado pela Eletronic Arts. Usa o motor gráfico da Unreal Engine 3.5 e disponível nas plataformas Microsoft Windows, Xbox 360 e PlayStation 3. Seu gênero é FPS (Single e Multiplayer).

Sinopse | Grayson Hunt depois que uma colisão o obriga a aterrissar em um planeta abandonado e a fazer uma escolha: sobreviver ou se vingar. Exilado do grupo de assassinos de elite, o desejo cego de vingança se depara com sua tripulação encalhada em Stygia, onde ele finalmente pode confrontar o comandante que está por trás de sua traição.

Um jogo que me lembrou o próprio Destiny que foi entregue a nós em setembro. Mais pela gameplay e ter essa característica “espacial“. Porém, nadando contra essa maré, vale a pena jogar umas horas, ainda mais para quem teve o prazer de ter adquirido o game da Bundie. Um divisor de águas para você começar a curtir os FPS.  Com média nas reviews mundias de 75; acima da média e mantendo-se em sinal verde para com a critica especializada e 7,1 é a pontuação mediana dos usuários, tendo sua aceitação em meio-termo.

E quem acompanha esse jogo, formando a dupla da vez é Yakuza Kiwami; Desenvolvido e publicado pela Sega (Sega Sammy Holdings) e Amusement Vision, para as plataformas PlayStation 3/4 e Microsoft Windows. Do gênero Ação e Aventura em modo SinglePlayer.

Sinopse10 anos atrás, para salvar o seu melhor amigo, Kazuma Kiryu foi considerado culpado por um crime que não cometeu. Expulso da família yakuza, Kiryu foi liberado da prisão para uma cidade que ele já não reconhecia. O caos é gerado quando 10 bilhões de yens desaparecem do cofre do Tojo Clan, e com Kiryu preso no meio, ele encontra tudo aponta para uma misteriosa menina chamada Haruka.

Um jogo de mundo aberto ao estilo GTA e jogos de Máfia, com a diferença que trás um enredo mais puxado para a Yakuza Japonesa — Afinal é o nome do jogo — Te colocando na pele de um personagem que vive os ares daquele ambiente com muita referência a cultura japonesa e filmes do estilo. Uma coisa que mais amo nisso tudo é conhecer as diferenças histórias e culturas. Assim como víamos os diferentes enredos nos variados jogos da RockStar, ou uma versão mais policial em Sleeping Dogs. Ou os jogos da franquia Mafia. Aqui temos uma visão mais apurada do que é a Yakuza. 

Lembrando que esse é um remake do primeiro jogo de PS2 para PS3 e uma versão remasterizada para os players de PS4; Esse com uma média muito boa de 80 nas reviews mundias recebendo sinal verde para com a critica especializada e 8,2 pela média dos usuários também com uma boa aceitação dos gamers.

E mais, você ainda receberá outros jogos gratuitos para PS3, Vita com Crossbuy para o PS4:

Nada tão grandioso que deva ser citado. Mas que mostra mais um reflexo de que é a sorte que dará os games grátis de Cada mês. Leia minhas matérias anteriores e saberá.

Em suma tivemos dois jogos principais que aparentam ser bons ou pelo menos melhores do que do mês de outubro. Permaneço normal, perto de nove meses de variadas escolhas, e com o time ganhando. Lembrando que a assinatura possui um valor inferior ao da compra desses e que no fim temos mais benfeitorias em doze meses pagos.

E há muito mais que você pode conferir no site da própria PlayStation. Sempre irá existir os seus free-to-play e com eles varias expansões também gratuitas. Vale a pena ficar de olho.

Concluindo, tivemos um melhor mês mas ainda divergente do que foi ofertado nos meses passados. Esperamos pelo especial de natal e o que um próspero ano novo nos trará para novas assinaturas.

Fonte: https://blog.br.playstation.com

The Last of Us...

Até onde você iria para proteger alguém? Valeria a pena matar muitos para salvar apenas uma vida?

Um dos primeiro games que tive o prazer de jogar quando adquiri o quarto console da Sony foi Uncharted 4 e não me arrependo de ter começado a franquia por ele, pois foi um ótimo exercício, pois depois tive de recorrer a primeira trilogia. E a Naughtdog nos apresentou um jogo imersivo que te coloca de fato dentro da trama e é isso o que eu mas gosto nesse título. Diferente da imersão, por exemplo, de Stay (que também tem critica aqui no site). É uma aventura, uma obra de ficção com traços fantásticos. O que é bem diferente do jogo seguinte da mesma empresa.

Citei o próprio Stay como algo mais dramático que aborda temas semelhantes com a realidade. Mas e quando além disso, há também ficção cientifica— Esse é o caso de The Last of Us — Que para todos os efeitos trás uma quebra muito grande de paradigma. Primeiro por inseri-lo nesse universo onde devemos enfrentar seres infectados — Como Resident Evil fez inúmeras vezes — Mas TLoU é muito mais embaixo, sendo isso somente a superfície da trama e mantendo a profundidade em volta dos personagens e em suas características internas.

Assim como citado pelo diretor do jogo; Neil Drukmann, o tema central é o amor. Até onde uma pessoa vai por esse sentimento? Joel mata, mente e age como inúmeros outros seres humanos em toda a campanha, e a diferença dele para com os outros personagens é uma só; Ele faz tudo isso pela pessoa que ama.

Nós somos o Joel. Nós sabemos o que ele passou até chegar ali. Enxergar numa adolescente a filha que perdeu e a ideia de perde-la novamente, não passa pela sua cabeça e é essa a motivação que encontra para continuar e fazer o que acredita.

Assim como também em dois momentos diferente, controlamos Ellie. Apesar de não ser diretamente a protagonista, é igualmente importante para a narrativa. Uma coisa é entender o que motiva Joel, mas outra é: “O que motiva a Ellie?” — Uma menina que nasceu naquele mundo devastado. Que não conhece o que foi um dia o planeta terra. Qual razão que teria para viver num mundo como aquele? — Mas temos uma breve ideia quando a controlamos pela primeira vez — Nesse momento passamos a ter uma visão macro até das pessoas que habitam aquele mundo, tudo sob os olhares da jovem garotinha — Ela conhece outro grupo, e para eles, Joel é o monstro.

Podemos entender mais o que motiva Ellie na DLC do jogo intitulado: Left Behind — ou Deixada para Trás — Pois ficou muitas perguntas com o final do jogo. Momento esse que pela segunda vez controlamos a personagem. Isso que por si só, denota narrativamente como a menina enxerga o seu algoz. Quem é o Joel para ela? — Um desconhecido, uma pessoa que do nada entra em sua vida apenas para completar uma missão e de repente se torna algo como um pai. Não, não é. Esse final demonstra que na verdade ela não conhece aquele homem, não sabe do que ele é capaz e pela primeira vez sentimos o medo em Ellie. Ela sabe das mentiras que saíram da boca de Joel, mas aceita como fossem a verdade. 

Em sua mais nova continuação o diretor disse que o tema abordado para esse será o ódio e até onde vai o ser humano quando se esta em êxtase por esse sentimento? Ellie estará disposta a fazer de tudo para ter sua vingança?  — E será nesse momento que Ellie sentirá na pele tudo pelo qual Joel passou… 

The Last of Us não é um jogo comum de vírus e monstros, esses são apenas um pano de fundo para a verdadeira história. Me senti muito aflito no final do primeiro game. Pois não há uma “Boss Fight” final, eu não estava matando uma mega corporação do mau e sim massacrando soldados que protegiam um hospital decadente que buscava uma cura para aquele fungo.

Eu entendo muito bem a mente do personagem. Sei o porque ele agiu daquela maneira, mas uma coisa eu tenho de admitir, ele foi egoísta com os seus sentimentos. Não pelo fato de impedir uma cura para salvar a humanidade, mas sim por não dar o direito de escolha para a Ellie. E se me perguntassem quem é o principal monstro do primeiro game, a resposta só poderia ser uma. O próprio Joel!

Esse é o game da minha vida. Apesar da Ficção Cientifica e de se passar em um universo pós-apocalíptico, é tão real quanto a vida poderia ser. Aborda temas adultos e interações complicadas entre os seres humanos. A sobrevivência é um ponto crucial e nisso até onde uma pessoa iria para manter-se vivo. A obra pode até ter certos momentos clichês, mas o seu diferencial está em quem são os personagens e no que são capazes de fazer, pois é nesse extremo da vida que mostramos o verdadeiro monstro dentro de nós.

BGS 2018!

A Evolução e o Crescimento do Mercado de Games em Terras Tupiniquins...

E chegamos ao fim da 11º edição da maior feira de games da América Latina — a BGS — E esse redator aqui que vos fala esteve presente como imprensa, mas diferente de muitos portais, não entrevistei celebridades ou pessoas da industria dos games. Foi como um aprendizado para o que virá no futuro. Tentando descobrir qual o espaço que devo alcançar nessa área estando aqui no Máquina Nerd. Caso você tenha alguma sugestão, deixe nos comentários. 

Mas o que dizer dessa edição do evento. Me surpreendi em alguns aspectos por encontrar jogos que não estava esperando, mas ao jogá-los tenho algumas ressalvas a se fazer — Não criticando o mesmo, mas sim como foi disposto — Apesar disso tudo, temos sim um bom evento dessa categoria no Brasil e é algo que os organizadores sempre se preocuparam; Criar laço com a imprensa e buscar por meio deles a melhoria a cara nova edição. Uma coletiva de imprensa com o responsável pelo evento Marcelo Tavares foi feita no último dia o que é plausível, uma vez que somos nós os “jornalistas” que representamos o público, devemos perguntar, questionar e conversar sobre todos esses pormenores. Criticas, sugestões e até melhorias.

Marcelo Tavares, criador da BGS e Empreendedor Brasileiro.

Para começar é um evento voltado para o segmento de jogos eletrônicos. Jogar é imprescindível, pois estamos diante de títulos que podem ser possíveis compras, então quando temos um jogo disponível é a chance de testarmos o mesmo. Ainda mais quando se trata da versão demo desses jogos que estão dispostas para nós antes de seu lançamento. Quem curte de fato essa mídia, sabe que tudo é importante. Não somente o gameplay ou a diversão, mas também a trilha e os efeitos sonoros, que em minha opinião é o que foi prejudicado.

Na coletiva de imprensa que citei logo acima ouve esse questionamento, pois a localização das estandes não favorecia quem quisesse sentir a sonoridade dos jogos e mesmo que era disponibilizado Headphone, ainda assim não era audível o suficiente. Não é um problema generalizado, pois ainda assim cada local possui a sua própria acústica e você entra em cada “mundo” e esquece os estandes que estão do lado de fora, mas o problema está naquele ambiente próprio, por exemplo, a Microsoft tinha disponível seus jogos para teste, mas também fazia apresentações constantes de Just Dance — Por ser algo envolvendo música o volume era alto o suficiente e os fones não eram bons para abafar o som.

Talvez seja algo a ser levado para as próprias empresas, para que nos próximos eventos, tenha uma qualidade melhor em seus equipamentos ou tentar mudar a disposição do cenário, para tentar diminuir o próprio ruido.

Uma ótima estande da Microsoft e seus Shows, mas tem que ver coisas…

Obviamente quando pensamos em um evento dessa magnitude, a E3 é a primeira que vem a cabeça. Com total certeza foi parâmetro usado para a criação da BGS — De acordo com o Marcelo — Para mim, se não fosse pelo país que moramos, esse evento deveria ter crescido logo em seus primeiros anos. Demorou muito para que as empresas gringas notassem o valor de mercado que possuímos. É um crescimento, com total certeza, mas ainda há muito o que alcançar. Isso não somente para a Brasil Game Show, como para qualquer outro evento brasileiro; CCXP e afins. 

Todo o carisma e “deboismo” do produtor musical Shota Nakama, levando numa boa o humor tipico brasileiro.

O fato de ter trazido Cory Balrog (God of War), Yoshiaki Hirabayashi (Resident Evil) e Michiteru Okab (Devil May Cry 5) e ainda Shota Nakama (Kingdom Hearts e Final Fantasy) é uma vitória. Ainda mais por conta de 2017 com a aparição de Hideo Kojima, que ajudou a difundir que o Brasil tem um bom mercado e que esses desenvolvedores podem vir para cá falar sobre seu trabalho.

Algo que intensifica o nosso país como possível mercado de games é o crescimento dos desenvolvedores. E mesmo que para Indie Games é um começo, pois é a partir disso que há crescimento da empresa ou até mesmo pessoal, pois quantos brasileiros vemos tralhando em grandes corporações como CD Projekt Red ou Riot Games— Em exemplo corporativo, temos a Behold Studios (Chroma Squad) tendo o seu sucesso internacional. 

Outra abordagem vinda na coletiva foi a participação de maiores campeonatos de eSports. Sabemos que a BGC (Brasil Game Cup) nasceu no próprio evento e hoje é um campeonato nacional bem conhecido. Tivemos as finais de CS:GO (masculino e feminino) e sempre há entusiastas dessa modalidade nesses eventos. Mas a ideia é ter a possibilidade de chamar muitos outros nomes do Cyber-Atletismo. Precisa agilizar. Na realidade da pra fazer até coisas amadoras e divertidas. Alguns indies interessantes dando para botar o pessoal pra se inscrever e jogar Gang Beats por exemplo. Somente para aflorar a competitividade.

As finais dos maiores campeonatos na BGS…

Outra coisa questionada era trazer a EVO (Evolution Championship Series) o a maior evento de eSports na categoria jogos de luta.

Outro ponto abordado foi a participação VIP dos cosplayers. No total esse ano foi disponibilizado mil credenciais para os amantes da arte do cosplay. Um número bem razoável, mas o problema esteve na entrega desses que aparentemente era via correio — Houve problemas de pessoas que tiveram acesso em cima da hora e até aqueles que não receberam. Um tanto curioso, não sei quem cuida dessa parte mas para a imprensa o acesso é online em que baixamos nossas credenciais e imprimimos para que no dia a colocarmos na plastificação cedida pela organização do evento. Talvez os VIPs dos cosplayers pudessem ser do mesmo jeito, pois é um grande facilitador.

Participo de um grupo fechado para cosplayers: O Cospositivismo e por lá tivemos muitos desses casos.

Em suma o evento comporta muito bem o tanto de pessoas que é previsto para todos os dias. Lotação ocorre em todos os lugares, problemas de corredor e tudo o mais. Não consegue passar, espere e seja educado você poderá andar quando tiver espaço. Caso não goste de muvuca, acho que eventos não é o lugar para você, eu não gosto, mas como é um ambiente que me agrada consigo relevar e curtir.

Agora é descansar depois de cinco dias de evento. Esperar pelo próximo ano e ver o que será apresentado para nós. Quem virá no ano seguinte e que jogos teremos disponíveis para testarmos. Então é isso queridos Maquinários, nos vemos em 2019…

Nota | 3,8/5

Nota final para o Evento…


Para quem quiser, está disponível os meus Daily Blogs lá no @nerdellipsis meu blog pessoal, segue o link:

Brasil Game Show 2018 | Artigo Autoral — 2º Dia | A arte dos Cosplays, “Olha, achei o Wally” e Devaneios à parte.
Brasil Game Show 2018 | Artigo Autoral — 1º Dia | Jogos esperados, muita caminhada e decepções.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasil Game Show 2018 | Artigo Autoral — 3º Dia | Amigos, Imprensa e as Crises de Ansiedade.
Brasil Game Show 2018 | Artigo Autoral — 4º Dia | “Ir ou não ir; Eis a questão”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Brasil Game Show 2018 | Artigo Autoral — 5º Dia | Reminiscências; Um Longo Aprendizado e Seu Amigo Derrotado

Acessem também as análises dos jogos que tive a oportunidade de jogar, seguem os links:


Brasil Game Show 2018

Devil May Cry 5

A Capcom bem podia disponibilizar as demos, cinco minutos foram sacanagem!

É isso mesmo, posso nem dizer que foram as primeiras impressões pois eu apenas joguei cinco minutos do game. Como escrevi no meu Daily Blog pessoal, tive enormes dificuldades de jogar esses títulos. Mas bem, tenho sim considerações a serem feitas sobre esse título que voltou a ser produzido pela Capcom após as controvérsias do reboot/spin off intitulado DmC. Uma saga com muitos fãs e que sempre esperaram ansiosos pela volta do caçador de demônios.

O que podemos notar ao iniciar o jogo são os movimentos fluidos. O que é meio obvio por se tratar de não somente de um Hack nSlash, mas do pai desse estilo. E a demo tratada era a do personagem Nero — Aquele mesmo de DMC 4 — E com mais dois personagens jogáveis; Dante e também e V (o novo personagem misterioso). E pela demo do jogo com o chorão preferido da galera, conhecemos Nico, a amiga mega inventora do Nero. Responsável por criar seu braço robótico — Esse arrancado por seu pai, Vergil o irmão do de Dante — Então temos muitas informações no gameplay que vão desde usar arma de fogo, a famosa espada e os novos truques do braço do protagonista. 

Assim como qualquer jogo da série, os combos estão aos montes e existem uma infinidade de combinações para que use com sua melhor estrategia. Mas os cinco minutos da demo não me fizeram pensar muito na hora das lutas, tendo facilidade de fazer os demônios chorarem.

Mas é um jogo que promete, até porque muitas coisas estão sendo mantidas em segredo e a quatro chaves. Porém, no evento da Tokio Game Show chegou a mim a noticia de que um funcionário da IGN esqueceu de cortar a Cut Scene final de uma gameplay do Dante, revelando boa parte da história a publico.

Trish peladona… =3

Na cena que vocês verão abaixo; Dante acaba de derrotar um Boss que muito provável estava dentro do Boss, sendo controlada por ele. Se você traduzir as falas, ele diz “que sabia todos os movimentos do personagem”. Numa soma de 2 + 2 = 4. Essa seria a charada para alguns bosses no jogo.

Parece quem algum estagiário tomou uma bronca daquelas. E a própria Capcom saiu gritando… Tira, tira… Mas a internet é mais rápida que isso.

Podemos tirar boas coisas de tudo que até então fora mostrado. Como Dante voltando do inferno. Nero perdendo seu braço, fazendo do Vergil o “Pai do Ano“. V é um novo personagem aliado e jogável. Trish estará de volta, assim como a personagem Lady e a já citada mecânica, Nico.

O jogo promete ter uma boa interação entre esses personagens, talvez até um dos pontos altos da história. E agora é esperar para ver.

Demo disponível na BGS foi essa:

Resident Evil 2: Remake!

A maior saga de zumbis, rei-maginada para a atual geração de consoles...

Estou aqui para trazer um pouco sobre o aguardado remake da Capcom. O Resident Evil 2 um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar na era do PS1, refeito agora para a atual geração de consoles. Joguei a demo para o PlayStation 4 no primeiro dia da BGS 2018. E me surpreendi com a capacidade gráfica do mesmo e com uma jogabilidade bem atual para a franquia de sustos da Capcom.

Claire Redfield rei-maginada…

A gameplay de demonstração é bem curta e você poderá escolher entre Leon ou Claire — Fui somente com ela, sendo complicado jogar novamente, para ter uma segunda visão — No gameplay você se encontra numa espécie de fabrica, onde encontra a menina Sherry e logo de cara o monstro do jogo; William Birkin.

E ele mesmo em sua segunda fase está mais rápido e esperto. O cenário lembra bastante as “facilities” do jogo antigo e a maneira que enfrentávamos os monstros é uma versão atualizada nesse remake. Não cheguei a derrotar o vilão, mas me surpreendi com a fluidez do gameplay. 

O trabalho gráfico está impecável, os personagens estão mais humanos e temos um Leon jovial e crível para a história do jogo. O mesmo digo da personagem Claire que influenciada por inúmeras novas heroínas da cultura pop, ela se enquadra perfeitamente nessa nova leva.

A dificuldade foi bem mediana, não tínhamos em mãos muita munição levando a crer que um universo pós-apocalíptico é assim. E além de armas de fogo, podemos utilizar de outros mecanismos para derrotar os inimigos, como bombas ou facas especificas — Essas sendo utilizadas, caso Birkin te pegue — E o esquema de sempre para elementos de cura. A jogabilidade segue o padrão da série desde Resident Evil 4 (com melhorias).

Gameplay do Leon — 21 Minutos de Resident Evil 2 [Remake Gameplay] – 4K/ E3 – 2018

Em suma não posso dizer muito, por ter jogado pouco, mas é um título que esperamos com afinco pelo fator nostalgia. Há grandes melhorias e mais desafios, gostaria de saber como ficou o esquema de leva e trás e se isso se enquadraria nessa geração atual. Seria interessante se a Capcom liberasse a demo para jogarmos em nossos consoles e talvez trazer uma análise mais aprofundada aqui para vocês.

A BGS 2018 ainda está rolando, e os jogos podem ser jogados. Caso queira saber um pouco mais do que fiz por lá, acesse meu blog e leia sobre os dois primeiros dias acessando as imagens abaixo para ser redirecionado.

BGS2018 | 1º Dia – Jogos esperados, muita caminhada e decepções
BGS2018 | 2º Dia – A arte dos Cosplays, “Olha, achei o Wally” e Devaneios à Parte

 

Stay!

Do otimismo à depressão

Talvez existam certos games que possam dizer mais do que pensamos. Uns abordam história, ciências e até cálculo pode estar envolvido. Mas trabalhar com a psicologia de maneira única, é algo um tanto quanto curioso. Stay nos trás um thriller bem diferente dos jogos ao estilo Point n’Click; Que aborda causos como crises de ansiedade e depressão com o pano de fundo o sequestro de uma pessoa e o mistério por trás disso.

Desenvolvido pela empresa espanhola Appnormals Team dos estúdios PQube e Plug In Digital. lançado em 16 de maio de 2018 e está disponível para as plataformas Xbox One, Microsoft Windows, iOS.

A mecânica do jogo é bem simples. Você encontra o personagem preso em algum lugar escuro em que a única luz vem da tela de um computador. Quando o personagem passa a interagir, enxerga uma tela de chat e é por essa que inicia-se o game. Uma interação direta entre o jogador e o personagem. Primeiro você escreve seu nome e depois assim como inúmeros jogos do estilo, escolhendo entre algumas opções de diálogo, você dá continuidade para o storytelling. Dependendo do que disser isso pode modificar a narrativa, trazendo a finais curtos ou estendendo, dando assim continuidade a mesma.

Existem certos puzzles que você deve decifrar de tempos em tempos para poder continuar. Os quebra-cabeças tem a sua dificuldade aumentada com o passar do gameplay. Nesses momentos que você deixa de ser a “pessoa por trás do computador” e passa a ser o enclausurado — Para pode resolver os enigmas e seguir adiante — Isso inclui averiguar o espaço, encontrar aberturas e objetos que ajudarão a entender mais do porquê de estar ali.

Como eu citei ali em cima, o game aborda depressão e ansiedade e existe até um aviso no começo do jogo que se você possui algum problema relacionado a isso, melhor não jogar. Posso atestar isso pois para alguém que tem crises de ansiedade o jogo pode te deixar aflito em muitos momentos e a música te envolve dentro da narrativa e desperta em você a angústia e a aflição do personagem mantendo-o imersivo dentro da narrativa. E os efeitos sonoros são muito bem criados dentro da ambientação. A maneira como o som reverbera referente ao temperamento do personagem é um tanto quanto angustiante, pois é uma espécie de som de água borbulhando, mas que denota uma sensação incômoda.

Existem certas porcentagens para o humor (Mood) do personagem e é por esse medidor que você sabe se está avançando com ele ou não — Tudo dependendo das suas escolhas — São elas: Sanguine (Sanguíneo), Phlegmatic (Fleumático), Melancholic (Melancólico), Choleric (Colérico); Diferente de muita gente que acredita que ansiedade e depressão são apenas “besteiras”, estão ligeiramente enganados. Dependendo das crises, pode afetar todo o organismo e até a corrente sanguínea; Já ouviu falar que tem pessoas que passam tanto nervoso e ansiedade que ataca o estômago?, essas coisas podem ocorrer de muitas maneiras dentro do corpo humano.

Com base na hipótese de que o estado emocional interfere na variabilidade da pressão arterial, pesquisaram-se os efeitos da felicidade, da raiva e da ansiedade em pacientes com Hipertensão Arterial Borderline e concluiu-se que os três estados emocionais elevam a pressão arterial;

Eliane Corrêa Chaves; Nágela Valadão Cade¹

A segunda palavra; Fleumático se diz a personalidade do interlocutor e pelas minha pesquisas é uma boa coisa, pois trata-se do bom humor para qual o personagem tem com você.

O Fleumático é equilibrado

É o tipo de temperamento que se mostra sempre coerente, sempre calmo e tranquilo independentemente das circunstâncias à sua volta. Aprecia as belas artes e é mais emotivo do que aparenta. Habitualmente evita a violência.

O Fleumático tem um sentido de humor particular

Gosta de estar com as pessoas e tem um sentido de humor particular: Pode ter uma multidão a rir-se ao seu redor, mas ele consegue manter-se sério. Pode ser um excelente imitador e tem a capacidade de encontrar algo humorístico nas outras pessoas e nas coisas que elas fazem.

O Fleumático é reservado

É simpatizante das outras pessoas e das suas necessidades, mas dificilmente partilha os seus sentimentos. Por escolha nunca será líder, mas se essa posição lhe for imposta, demonstra ser um líder eficiente e conciliador.²

Chat

A barra Phlegmatic em Stay aumenta conforme você tem uma boa conversa com o personagem. Como descrito acima ele tem um temperamento um tanto curioso. Ele não se abre, mas quando o faz te fala tudo e tem um apreço por ti. Seu humor varia de alguém feliz por te conhecer e ao mesmo tempo com um humor ácido e tem uma inteligência bem interessante — Fazendo referências que vão desde arte até a cultura pop — São esses os poucos momentos que o game consegue ser lúdico esquecendo os problemas atuais.

O temperamento Melancholic pelo nome já diz tudo. É a tristeza, mas não só isso é alguém que tem um comportamento introvertido e ponderado. Caso você não responda “corretamente” o personagem irá ficar com pé atrás com você. Ele é observador, vê cada uma das palavras que lhe é escrita; Melancólico é introvertido, amigo fiel e tem espírito de sacrifício.

Muitos… Muitos puzzles…

Choleric é o temperamento mais voltado para a decisão que seu algoz toma. É quando ele se sente decidido a fazer algo. Se você o estimula a fazer o certo, ele vai e pronto. O personagem na história diz que é um psicólogo e portanto recebe muitos pacientes, mas que não simpatizava por seus pacientes, sendo até insensível para com os mesmos. Isso entra com tudo nesse tipo de comportamento.

Sua relação com ele que é identificado também por duas mãos. Elas começam soltas e com o passar do tempo, se você for dando confiança suas mãos se entrelaçam até ficarem unidas. Tudo dependendo da maneira como você se relaciona com ele.

Essa parte é identificada como: Emotional (Emocional), Bonding (Colagem), Stranger (Desconhecido) e Trust (Confiar), Level (Nível), Low (Baixo).

Em suma, Stay é um game bem interessante que apesar de usar um estilo comum de jogos focados em narrativa, traz uma mecânica diferente e até inovadora de gameplay, colocando-o no papel de colocutor. Possui puzzles desafiadores ao longo da jornada e uma storyline imersiva por saber te colocar dentro da trama — Você pode se importar muito com a vida do personagem — A trilha e os efeitos sonoros são bem produzidos, mas perturbadores — E existem momentos lúdicos e bonitos no game e em quesito narrativo há bom significados e no final das contas acaba sendo um “bate papo” fluído, semelhante ao que temos com nossos amigos online.

Existe luz onde só há escuridão?

Me questiono qual seria o real motivo desse jogo. Ele possui uma história, mas existe algum significado por trás dele? — Como por exemplo o “vagalume” que o segue, pois qualquer pessoa que sofre de algum mal como a depressão fica enclausurado dentro de si mesmo, mas que no fim existe sempre a esperança, uma luz que o guia para fora dessa prisão. Ao mesmo tempo que em determinadas partes você pode encontrar uma falsa saída, um caminho pela escuridão que até a única luz que possui te abandona e você segue um caminho sem volta rumo a morte (ou o suicídio). Existem muitas partes que se pararmos para pensar, podem ser analogias ao que pessoas que portam a doença podem sofrer.

Bom é isso, o game vale a pena ser jogado, caso você não tenha crises de ansiedade ou até depressão. Pois como citado ele pode ser perturbador para quem o joga.

Em pontos negativos, talvez não seja um jogo longo mas a constante de puzzles que você deve resolver pode ser frustrante para quem está engajado na história quebrando um pouco o ritmo.

 

Nota —  3.5/ 5.0

Média final dos Gamers7.3 /10

 


REFERÊNCIAS

  1. CHAVES, Eliane Corrêa — Efeitos da ansiedade sobre a pressão arterial em mulheres com hipertensão — Data 03 e 04/2004 — http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692004000200003 — Acesso em: 10/10/2018.
  2. EDUCA MAIS — Temperamento Fleumático — Data 02/01/2011 — http://educamais.com/fleumaticohttp://educamais.com — Acesso em: 11/10/2018.

Dreams!

Um Sonho mais que Interativo

Media Molecule é um estúdio desenvolvedor de jogos eletrônicos, criador do popular Little Big Planet. E dessa vez nos apresenta ao game “Dreams” que pode ser considerado um verdadeiro sonho, por nos colocar em situações um tanto quanto diferentes.

Em primeira instância confessor ter estranhado o estilo do gameplay que havia sido apresentado numa longínqua E3. Aqui podemos nos deparar com algo mais manipulado. Podemos controlar a personagem do game e outros objetos a nossa estratégia a ser seguida. Um jogo interativo e com a jogabilidade bem fluida onde teremos total liberdade de criação.

Durante todo o vídeo percebi uma forte semelhança com os filmes em animação atuais, como os da Pixar ou até uma forte influência de animação stopmotion do diretor Tim Burton. Conversando com amigo, descobri que o game utiliza um algoritmo chamado Ray Tracing, muito usado por esses filmes e que os games tentam se aproximar, mas que no geral torna a imagem mais granulada. Mas que assim como em Dreams, essa técnica foi usada de forma quase que perfeita.

Para contextualizarmos melhor o que é Ray Tracing

O método utilizado pelo algoritmo, baseia-se na simulação do trajeto que os raios de luz percorreriam no mundo real, mas, neste caso de trás para a frente. Ou seja, no mundo real, os raios são emitidos a partir de uma fonte de luz, percorrendo o espaço até encontrar um objeto. Após atingirem o local, estes são refratados ou refletidos de acordo com as características do mesmo, nomeadamente, cor, textura e transparência, alterando assim a sua trajetória e fazendo com que apenas uma infinitésima minoria dos raios que partiram da fonte de luz atinjam, por fim, os olhos do observador.

Imagem renderizada com ray-tracing adicionando sombras e smooth.

Mesmo sendo um game experimental, podemos atribuir isso como uma maneira de inovação para os jogos. Quem não arrisca, não petisca e tecnicamente falando é impecável como a produção desse está incrível. Uma experiência garantida.

Na parte em que a “boneca urso” deve passar pela fase do doce, podemos manipular as coisas ao redor, abrir bolos ou criar pontes para se interagir e passar os desafios. Fico pensando se assim como era em Little Big Planet, se podemos criar fases e colocá-las online para outros jogar.

Em suma o game passou por muitas melhorias desde a longínqua E3 em que fora apresentada e a desse ano.  Acompanhe os gameplays que foram jogados nos vídeos acima e tira suas próprias conclusões de um jogo que poderá ser um divisor de águas até para a nova geração.

5 minutos

Aquaman estreia no Brasil em 21 de dezembro deste ano.

Warner divulgou um novo trailer estendido de mais de 5 minutos de Aquaman.

Elenco de Aquaman conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard como MeraWillem Dafoe como Vulko e Nicole Kidman viverá a mãe do herói, a Rainha AtlannaYahya Abdul-Mateen II vive o Arraia Negra Patrick Wilson será o vilão do Mestre do Oceano.

James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall. O filme estreia no Brasil no dia 13 de dezembro.

Terceira temporada

A terceira temporada de Demolidor estreia em 19 de outubro.

Netflix divulgou um trailer completo da terceira temporada de Demolidor.

Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge como um homem quebrado, colocando em questão seu futuro tanto como o vigilante quanto como o advogado Matt Murdock. Mas quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) é solto da prisão, Matt precisa escolher entre se esconder do mundo, ou aceitar seu destino como um herói”.

Oficialmente, Demolidor chega ao serviço de streaming da Netflix no dia 19 de outubro deste ano.

CONFIANÇA!

Série estreia em 12 de outubro nos EUA. No Brasil ainda não existe data confirmada.

De acordo com o Heroic Hollywood Warner Bros. Television. renovou a série dos Titãs para a sua segunda temporada, antes mesmo de estrear.

Além disso, foi divulgado mais um trailer inédito de Titãs, revisando o passado dos personagens principais.

Netflix vai exibir a série fora do território americano, lista que inclui o Brasil, acordo parecido com o de Star Trek: Discovery, em que a série é exibida pelo CBS All Access em solo americano e é distribuído pela Netflix.

Novos Titãs tem a produção de Greg Berlanti, mesmo produtor de ArrowThe Flash,Supergirl e Legends of Tomorrow. Além disso Akiva Goldsman de Star Trek: Discovery e Geoff Johns na equipe de roteiristas.

A série reunirá Robin (Brenton Thwaites)Estelar(Anna Diop)Mutano (Ryan Potter)Ravena(Teagan Croft) e a dupla Columba (Minka Kelly) e Rapina (Alan Ritchson).

Novos Titãs tem estreia marcada para o dia 12 de outubro. A data de estreia no Brasil ainda não foi confirmada pela Netflix.